Mostrar mensagens com a etiqueta crítica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta crítica. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Ainda a questão facebook

    É uma cultura em massa que atinge grande maioria, sobretudo quem está constantemente ligado à Internet e ao computador. E que como é lógico causa curiosidade e nos desvia a atenção para um mundo virtual onde toda a gente se conhece uns aos outros, sem que na realidade assim seja. 
   
    Primeiro e mesmo que sejamos pessoas completamente cientes de que estamos perante algo que em nada significa ou traz vantagens à nossa vida, acabamos também por nutrir algum entusiasmo... Tanto que o facebook e quem diz o facebook, diz outra rede do mesmo género, fica a fazer parte da nossa rotina sem quase darmos conta.
  
   É preciso ser-se, na minha opinião, bastante inteligente e consciente para separar-nos destas coisas e chegar a essa óbvia conclusão, que passa simplesmente por entender que é algo que não nos torna melhores em nada. 

E fico tão orgulhosa por o meu namorado pensar assim.
   
   Ontem quando ele o apagou. Eu ia fazer o mesmo mas ele lembro-me que se assim fosse nenhum dos dois teria acesso aos grupos da faculdade. Por isso sempre que precisar de revisitar algo dos grupos usa a minha conta e eu cá continuo com facebook, por culpa dele!     ;-)





segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Momentos de Mudança

     Com a quantidade de testes e trabalhos que preenchem a minha agenda, tem-me sido difícil vir aqui escrever. Mas hoje tirei a manhã para pôr a conversa em dia, uma pausa no estudo e no trabalho porque isto de conversar faz-nos bem ao espírito e à mente e vamos lá dar corda à tagarelice.
    Hoje é dia de Momentos de Mudança na SIC. Já algum tempo mais propriamente desde a primeira entrevista que ando com o bichinho de vir aqui opiniar sobre o assunto. Sou fã destas reportagens que nos remetem para há vinte anos atrás e que nos mostram a situação actual. Dá que pensar, comove e arrepia.
   A primeira que vi e a que deu inicio ao reportório documental que tem vindo a ser transmitido todas as segundas-feiras após o telejornal foi de uma fábrica de sapatos que foi criada no seio familiar e que outrora  empregou muitas pessoas, nomeadamente mulheres, e que representava uma boa fonte económica com lucros elevados. Passado vinte anos, na actualidade e com toda a crise económica de que somos alvo, a fábrica encontrava-se numa situação bastante débil, debatendo-se com graves problemas financeiros e sem procura. Vítor, o responsável pela fábrica e filho de quem a criou teve que enfrentar a horrenda situação de dizer às funcionárias que não havia trabalho e que por isso o seu emprego iria fechar as portas.
 Vítor que um dia foi o responsável por um rentável e sólido negócio de família, viu-se a "Mudar de Vida" emigrou deixando cá a mulher, os dois filhos e os pais, deixando para trás a sua vida e tal como todas as funcionárias que ali trabalhavam foi obrigado a encontrar um novo rumo. É hoje empregado de mesa num restaurante em Hamburgo, Alemanha.


    A outra reportagem que tive o enorme prazer de ver foi a da Alexandra, uma rapariga da minha idade que nasceu e cresceu com o HIV. Uma rapariga normal de uma família alentejana normal, com uma vida perfeitamente normal. O que haveria de ser anormal no meio de tanta normalidade? É que tanto a Alexandra como os pais, são seropositivos e já não bastasse o problema de saúde com o qual vão ter que se deparar para o resto da vida também já tiveram inúmeras vezes que enfrentar aquilo que é pior que qualquer doença - o preconceito. 
   Hoje, passados vinte anos, o pensamento, a aceitação e a compreensão sobre o que é a SIDA melhorou bastante mas infelizmente há ainda muitas cabecinhas que vivem na sombra do medo de se cruzarem com estas pessoas.
   Esta reportagem serviu para abrir os olhos a muita boa gente, para mostrar que nem toda a gente que contraiu o vírus HIV teve um passado relacionado com as drogas ou com a prostituição, simplesmente acontece e não é assim tão difícil de contrair como parece. Basta emprestar uns brincos, por exemplo, em que tenha havido contacto com sangue, curar a ferida de um amigo, outro exemplo, são situações aparentemente bizarras e que não há mal algum nisso mas que podem constituir fortes perigos de contrair doenças.
  O dia-a-dia da Alexandra é retratado nestes 30 minutos de reportagem, são partilhados connosco como é viver com o HIV, quais os sonhos desta jovem linda e como é ser seropositivo. Para quem não viu, aconselho a ver, é uma belíssima reportagem que deixa qualquer um com a lágrima no canto do olho.



  Infelizmente, depois destas duas nunca mais vi nenhuma reportagem ou porque estou a estudar, ou porque estou a fazer um trabalho, as razões são sempre as mesmas mas tem visto a minha mãe e tem-me contado assim por alto. Pena a minha, porque é uma série documental em que se perde muito em não ver. Parabéns à jornalista Cândida Pinto e à restante equipa! A isto se chama BOM JORNALISMO e é tão agradável fazer-se bom jornalismo em Portugal.


sábado, 20 de outubro de 2012

O fecho do Instituto Superior Técnico

Temo que ISTO seja mesmo verdade.
    Ontem dei de caras com esta noticia e fiquei em choque. Espero que não passe de um boato sem piada nenhuma, porque se for mesmo verdade eu emigro de vergonha.
  Ainda no outro dia falava ao jantar sobre se a crise em que mergulhamos não tem controle as faculdades e universidades qualquer dia ainda fecham. Mas depois concluímos: - "Hum não, isso seria uma afronta muito grave...Não pode, hum não, não irá acontecer".
   Mas pelo descrever desta noticia não estamos muito longe disso... O Instituto Super Técnico é uma das melhores faculdades deste país, a grande rival da minha e para onde eu um dia também pensei ir (até que descobri que Engenharia do Ambiente é na Nova e está  tudo dito), o seu encerramento seria um arraso total dos valores que ainda nos restam e um declínio no Ensino Português.
   Felizmente, que enquanto escrevia este post  com um fundo de tristeza e preocupação (pois se o Técnico fecha, a Nova não terá um fim muito diferente) e também com algumas dúvidas sobre a veracidade da noticia, uma vez que não a vi ser divulgada em telejornais nem em mais sitio nenhum, apareceu o João Pedro, um dos meus melhores amigos e aluno desta grande faculdade e que me  esclareceu sobre o assunto.
   Afinal o que vai fechar não é a faculdade, isso seria o cúmulo,  mas sim alguns serviços que estão abertos 24h sobre 24 horas e que neste tempo de crise contribuem para uma enorme despesa. AH assim está bem! - Os media e o seu sensacionalismo incoerente.
   Cortem com os serviços, diminuem o tempo dos mesmos, nós cá nos arranjamos, aliás os últimos tempos tem constituído uma verdadeira aprendizagem de "como sobreviver à austeridade, à crise e a toda esta caldeirada politica,social e económica!" agora não nos cortem o Ensino. Isso não!


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Coisas que entristecem

    Bem espero que o vosso fim-de-semana tenha sido tão BOM quanto o meu! Regressada de um óptimo fim-de-semana daqueles que desejamos que o relógio parasse e ficássemos nele por mais um segundo que seja (já não peço a eternidade mas só mais uns minutinhoooos), vir aqui conversar sobre coisas que me têm de um certo modo "aborrecido"  é uma tarefa que tenho vindo a adiar.
    Mas cá estou eu (não vá eu perder as ideias e é aproveitá-las enquanto elas estão fresquinhas) quando por estas horas deveria estar a dormir... Ora são precisamente vinte e quatro horas e vinte e três minutos (e esta hein? e eu vou fingir que publiquei isto a horas decentes, shiuuuu ) e entre o conforto das almofadas e as bolachinhas da  boa noite, como costumo chamar, cá vou eu pôr em pratos limpos o que me tem incomodado. 
    Em primeiro lugar, falemos da crónica que a escritora Margarida Rebelo Pinto escreveu para o semanário "Sol" e que se intitula "As Gordinhas e as Outras". Como não gosto de comentar um assunto sobre o qual não estou informada não o faço antes de realmente saber do que se trata. Por isso quando me deparei com imensas críticas à escritora no facebook, resolvi ir ver ou melhor ler, que raio a dita senhora fez para merecer tanta crítica e levar com tantos juízos de valor e lições de moral. 
   E não demorei muito tempo a perceber quais os motivos para tanta euforia... Vejamos, eu não sou escritora, longe disso! Mas tenho poder critico suficiente para distinguir uma boa escrita de uma má escrita, um escritor que consegue tocar no intrínseco do seu leitor de um escritor superficial.  E desta crónica que li, a única coisa que li desta escritora, por isso não tenho quaisquer alicerces para afirmar em qual género de escritor a senhora se insere mas com toda a sinceridade não fiquei com muito boa impressão da qualidade do conteúdo literário  que a Margarida Rebelo Pinto possa ter nas suas obras... (Esteja eu enganada!)
   Eu sei que todos nós erramos, quem nunca disse algo de uma forma mais "brusca" sem querer? (viva a espontaneidade) Quem nunca teve uma saída infeliz? Pois, bem me parecia...  A todos nós já aconteceu, faz parte da comunicação com os outros nem sempre sermos bem entendidos ou não passarmos de uma forma clara aquilo que nos vai em mente. Talvez tenha sido isso que aconteceu neste caso mas a opinião da senhora pareceu-me bastante transparente para que tenha sido apenas uma mal interpretação do público.     Desde quando é que as "gordinhas", como ela lhes chama são menos Mulheres do que as elegantes e esguias? De onde é que foi buscar esta ideia descabida?
    Não sei se leram mas se não o fizeram, então aconselho a fazerem para saberem do que falo ou para virem manifestar a vossa opinião sobre o assunto. Mas a minha é bastante clara: A senhora não tinha nada na cabeça quando escreveu a  dita crónica, ou melhor talvez tinha... tem a cabeça cheia de preconceitos!
   Uma mulher gorda não é menos mulher que uma mulher fisicamente mais atraente ou com um corpo mais bonito, a condição física é uma vertente importante para a nossa estabilidade, pois está claro! O sentirmos-nos bem com o nosso corpo e com a nossa aparência é um passo para nos sentirmos bem connosco mesmos, mas não é isso que nos define enquanto pessoas, nem enquanto mulheres.
   Este assunto nem merecia discussão mas adiante, por isso não percebo a existência desta senhora ao dizer que as mulheres gordinhas são as Maria-Rapazes, companheiras do sexo masculino nas suas actividades igualmente masculinas, e que só servem para isso mesmo- ver futebol, noitadas boémias e encharcarem-se em cerveja. As boazonas e "giras", essas? Essas servem precisamente para o contrário têm sempre que manter a sua postura de "senhora" com valores educacionais e culturais e das quais as gordinhas morrem de inveja... Hum e as outras são mal educadas? Uma mulher magra não pode ser Maria-rapaz e masculina? E uma mulher gorda? Não pode ser gira, atraente e um símbolo de feminismo?
   Fiquei chocada! É que nunca pensei que houvesse alguém a pensar desta forma... de uma forma tão fútil. Como é que alguém, ainda para mais uma escritora que tem como objectivo chegar com aquilo que escreve às profundezas de  todos os leitores (precisamente mulheres) tem uma opinião tão discriminativa quanto à aparência física?!
  Eu admito que os olhos também comem e se comem! A beleza interior é sem dúvida o mais valioso e importante que alguém possa ter, mas uma pessoa apresentável e gira ganha muito mais pontos do que uma pessoa com uma apresentação não tão favorável, e verdade seja dita! Mas daí a "encaixotar" as pessoas conforme o quão giras são, vai uma pequenina grande diferença.
   Como já disse nunca li nenhum livro da Margarida Rebelo Pinto mas realmente das opiniões que oiço de quem os leu são mais as destrutivas do que  construtivas, e conheço mais gente que não gosta do que aquela que gosta. Mas como não sou pessoa de me influenciar pelas opiniões dos outros e antes pelo contrário, procuro sempre formular a minha própria opinião sobre as coisas, mantive-me neutra quanto à prestação literária da cuja.
   Depois disto... hum depois disto, a minha opinião já não está tão neutra aliás ganhou uns quantos pontos negativos  mas não posso afirmar que para mim seja a PIOR escritora portuguesa como vi muita gente a dizê-lo! Mantenho-me apreensiva, e quando tiver mais conhecimento sobre a matéria aí sim posso afirmar se gosto de a ler ou não, mas espero que esteja redondamente enganada porque é sempre bom descobrir um bom escritor mesmo que em determinada altura nos pareça um acéfalo! 
Vamos ver se um dia destes ganho "coragem" e leio uma obra mas, por favor, que não tenha tanta estupidez quanto esta crónica!



   Outro assunto que me têm deixado triste, é o fim da RTP2 e esta confusão toda da privatização do único canal público que temos. Se a privatização for positiva para diminuir as despesas do Estado, nesta fase de crise,  não vejo que seja algo tão mau assim, mas duvido que seja essa a "intenção" porque o governo só corta com as despesas do Estado em coisas que não deve... Mas não entremos por aí se não ficamos aqui na conversa até amanhã e confesso que o sono já é algum para agora começar a falar dos podres da sociedade na qual estamos inseridos e da ideologia politica de que somos alvo (ai que já faltou mais e daqui a pouco estou a mandar vir, eu bem digo!). Mas acabar com a RTP2 não é ir longe de mais?
   Eu não vejo muita televisão, mas por acaso um dos canais portugueses que mais aprecio ver é este, as outras primas RTP e a SIC Mulher. Bem sabemos que dos quatro canais, aquele que tem menos audiência sempre foi o segundo mas isso é porque vivemos num país muito pouco culto, na minha opinião.. Porque uma pessoa com dois dedos de testa, passo a metáfora, com capacidade de distinguir aquilo que presta daquilo que não presta, consegue ver que este canal na sua grande maioria em comparação com os três restantes, nomeadamente com os dois grandes lideres de audiências (SIC E TVI) é o que dá programas que merecem ser vistos e com interesse cultural. 
  Mas compreendo que isto nem sempre desperte a curiosidade e o interesse das pessoas, porque infelizmente, as pessoas gostam é de ver programas sem qualquer valor intelectual, passo a citar Realy-shows.  Destes há um, ao qual me refiro mais directamente- "Casa dos Segredos" que  na minha opinião é a maior podridão da televisão Portuguesa e a sua versão anterior "Big Brother", como disse um dos meus escritores predilectos- Miguel Sousa Tavares. 
   Eu própria em algumas vezes que fiz zapping parei por uns minutos nesses programa, e não sei se acontece convosco, devendo afirmar que respeito quem goste, mas sinto a vergonha que aquela "gentinha" ali atafulhada numa casa vigiada envolvida em centenas de intrigas e dramas, não sente! Sinto-me envergonhada, ao ver aquela gente, grande maioria, sem nada na cabeça a mostrar o podre da vida delas ali de mão beijada, a viverem disso mesmo e a exporem-se com toda a satisfação.
  Não minto que dei uma olhada pelo primeiro "Big Brother", quer dizer, era pequenina mas ainda vi algumas vezes apesar de a minha família ter a mesma opinião e talvez por influencia dos meus pais eu não suporte este tipo de programas, mas como era novidade ainda passei algumas vezes pelo programa e lembro-me do carismático e engraçado Zé Maria e do barraqueiro do Marco, mas foi o suficiente para que nos meus ternos hum... (8/9 anos?) a minha opinião tenha sido logo esta. 
 Compreendo que estas "poluições televisivas" sejam aquilo que qualquer produtor deseja, porque é isto que faz sucesso entre as mentalidades dos portugueses mas não terminem ao menos com a golfada de ar fresco entre tanta futilidade e superficialidade que passa na TV, que tem o nome de RTP2. 
   Acredito que não seja a única a sentir esta nostalgia, mas este canal traz-me muito boas recordações porque quando era pequenina era lá que passavam os desenhos animados que tanto coloriram os meus dias, que passaram séries juvenis que também me fizeram sonhar e me inspiraram como o "Diário de Sofia" e o "Pica"; que anos mais tarde começou com um formato e um programa único e giro pelo qual me tornei fã no primeiro minuto, estou a falar do "5 para a Meia-Noite"; que nesse intervalo de tempo passaram outros programas giros que se fartaram e engraçados como "A Revolta dos Pastéis de Nata" e o "Sempre em Pé", entre tantos outros como a "Sociedade Civil" sempre muito interessante de se ver e documentários e concertos e.... Porquê terminar com algo que tem tanto para oferecer?
   A conclusão é fácil de se tirar : se terminarem com este canal, a televisão e a cultura portuguesa vão ficar mais pobres. Cada um de nós vai perder. E o valor e o respeito pelo que é nosso vai ser cada vez menor, e isso é triste, muito triste. Eu gosto de ser Portuguesa, mas dêem-me motivos para me orgulhar da nossa tão rica cultura e acabar com a RTP2 não é o caminho certo.

  

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Hoje lembrei-me

De que tenho saudades dos tempos, em que a "MTV" era só um canal de música!
É que cada vez que mudo para lá, só vejo reality-shows. Já não chega de programinhas estrangeiros, com gente que não tem mais nada para fazer que estar vinte e quatro horas a ser filmado e a partilhar os seus 50 namorados/as por mês com os telespectadores?
Ora há-de ser programinhas sobre a rapariga bissexual que diante dos dez rapazes e dez raparigas vai encontrar o amor da sua vida, (como se o amor fosse como um detergente, vai-se ao supermercado, escolhe-se e compra-se, no imediato) ou o programinha vice-versa, ou os encontros amorosos de 20 minutos, em que os concorrentes mais parecem árbitros sempre com o cartão vermelho e NEXT.
Quando é que realmente se dedicam a repor o significado da sigla MTV, "Music Televison" ?

É disso que precisamos, um canal com música a toda hora e todos os dias, com programas, sim mas sobre música, como por exemplo debates entre músicos de diferentes estilos musicais e iniciativas de divulgação de bandas.

Vá lá, mais música e menos quadrilhice televisiva!


sábado, 10 de julho de 2010

Portugal Surreal!!!

Só mesmo em Portugal é que estas coisas acontecem....

Num belo dia de passeio no Jardim da Paz ou Buddha Edden, qualquer pessoa espera ter uns bons momentos de relaxamento e contacto com a natureza, mas para estragar tudo, observam-se estas figuras:












[Depois queixam-se que "lá fora" nos vejam como uns incultos e labregos... -.-']




Será possível isto acontecer em pleno século XXI ??

terça-feira, 30 de março de 2010

A Homossexualidade de Ricky Martin


Ricky Martin assume a sua homossexualidade, depois de muita especulação à volta da sexualidade do cantor, este admitiu no seu blogue que era gay.
Agora digam-me esta revelação contribui para algum benefício social? É importante para a economia mundial?
Não, então para que é que isto interessa? Ah espera contribui para a felicidade de alguém? Não, antes pelo contrário é causadora de depressões e tentativas de suicídio por parte de inúmeras fãs fanáticas. Eu também acho um desperdício mas e depois para quê que isto interessa?


sábado, 13 de fevereiro de 2010

Carnaval? Não, Obrigado!

Não sou grande adepta do Carnaval para não dizer mesmo nada, a única coisa que até acho engraçada é que nesta época podemos ser tudo aquilo que nos vier à imaginação, e confesso que me derreto toda ao ver os pequeninos mascarados, também eu já fui um bocadinho de tudo: desde capuchinho vermelho a duquesa, mas desde os 10/11 anos que nunca mais me mascarei.
Agora brincadeiras de Carnaval? NÃO! Não consigo achar piada aos balões de água, às bombinhas de mal cheiro nos metros e em qualquer sitio que seja suficientemente fechado para chover vómitos por todo o lado. Existe alguma piada em irmos na rua com um frio de rachar e apanharmos com um balão de água, que nos faz voltar a casa trocar de roupa e chegar atrasados à escola ou ao trabalho? E quando temos o dever de protestar com o engraçadinho que resolveu gastar um bem essencial à vida contra a nossa indumentaria o que é que ainda ouvimos? é Carnaval ninguém leva mal ehehehehehhe. Pfft
Mas como isto não é só falar mal e como "Carnaval" em linguagem estudantil também significa: mini-mini-mini feriazinhas, vim aqui deixar o meu agrado à época carnavalesca por nos dar estes diazinhos para repor energias e adiantar trabalhinho e estudo. Um grande bem haja e bom carnaval! :)

sábado, 30 de janeiro de 2010

Nova capa da Maxmen.Ups peço desculpa afinal é mesmo o novo anúncio da Optivisão


É só a minha opinião mas quando se tá nu ou nua, por norma já não se está de óculos! Como quando se dorme ou se toma banho ...


sábado, 16 de janeiro de 2010

Sismo no Haiti

O ínicio do novo ano é já para muitos um verdadeiro horror, um sismo de 7.0 na escala de ritcher abalou o país mais pobre do hemisfério ocidental e matou cerca de 50 mil de pessoas. Será que é depois de um desastre natural com consequências tão avassaladoras como estas, que se vão preocupar finalmente com as condições de vida do seu país ou vão continuar a favorecer ao seu povo uma pobreza extrema?

terça-feira, 17 de novembro de 2009

E lá se foi o final feliz

Quando olho para o mundo à nossa volta, em que cada vez mais a palavra RESPEITO está em vias de extinção, em que poucos são aqueles que lutam para alcançar uma sociedade e um mundo melhor, objectivo que deveria ser ambicionado por todos, numa batalha dura contra uma mente social suja, incapaz, egoísta, egocêntrica e consumista.

Tenho vontade de recuar o tempo e voltar a ser criança, onde não me apercebia do mundo materialista em que estou inserida! Começo a pensar se o final feliz do"E viveram felizes para sempre" de qualquer história de encantar, fosse transcrito para os dias de hoje, sobreviveria a uma sociedade desrespeitosa pelos princípios éticos e morais!

E concluí que nem mesmo as histórias da Disney escapariam.

A Branca de Neve, por exemplo, foi mamã mas nem tudo é um mar de rosas, é casada com um príncipe preguiçoso que passa o dia a ver televisão (e pior futebol, se ainda fosse " Na cozinha com Oliver" ainda aprendia uns pratos deliciosos), a beber cerveja e a sujar a casa. Pobre Branca de Neve!






A princesa Jasmine vive num país em guerra e tornou-se terrorista, é caso para dizer "Já que não os podes vencer, junta-te a eles".




A Bela Adormecida parece que nunca mais há de acordar e o princípe Filipe acabou por ir viver para um lar, não podia continuar a viver sozinho com uma mulher que passa a vida a dormir, é aborrecido!




A Chapuchinho Vermelho dispensou as iguarias e a comidinha da Avó, e trocou-as pela comida do McDonald's, os resultados estão à vista!






Pelos vistos a vida também não correu lá muito bem à pobre da Cinderela, a fada madrinha ao que parece reformou-se, o casamento deu para o torto e agora afoga as suas mágoas em tudo o que é bar!






Estou Francamente desiludida! =(


P.S: O melhor é mesmo deixar as histórias como estavam, com um verdadeiro final feliz que deixa o nosso imaginário bem mais colorido, porque transcritas para a actualidade perdem a magia toda!

sábado, 31 de outubro de 2009

Então mas se


"Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento."
Albert Einstein


Do que é que estão à espera os economistas?

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

"José Saramago X Deus, afinal quem é mau?"


é
o titulo da novela acabadinha de estrear no panorama nacional.


-"A Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana".

-"Na Bíblia há incesto, (...) é inegável. Não existiria este livro se o episódio de Caim e Abel não estivesse na Bíblia, onde se mostra a crueldade de Deus. Não se deve ter confiança no Deus da Bíblia".


Para além disto,

José Saramago declara que Deus é pe
ssoa má e vingativa


Só me resta dizer: Quem sou eu, para criticar tão prestigiado escritor mas Sr. Saramago já tem idade para ter juizo!