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segunda-feira, 6 de maio de 2013

As crianças da 4ªclasse em 2013

Os alunos do 4ºano serem submetidos a exames, nada contra. MAS antes do exame assinarem um termo de responsabilidade em como não vão usar o telemóvel durante as provas? Eu li, ouvi e percebi bem? 4ºANO e TELEMÓVEL?

Desde quando é que crianças que frequentam o 4ºano já têm telemóvel? E pior parece ser habitual usarem-no e levarem-no para a escola, a tal ponto que já é necessário fazer um comprovativo de como não o vão usar! Isto está tudo doido! 

Eu já não acho nada normal ver os meus primos de três e seis anos substituir as dezenas de brinquedos que têm e que recebem todos os anos pela playstation.  Sou completamente contra, mas a culpa é somente dos paizinhos que acham que os filhos são verdadeiros prodígios se aos 3, 4,5 anos de idade já (só) saberem brincar com a "nova tecnologia".

Têm tanto tempo quando crescerem! Agora deviam era estarem a sujar-se no jardim; a brincar com carrinhos e bonecas; a viver em florestas ou castelos incumbidos de missões contra dragões furiosos; a montar e a desmontar legos e a chorar porque se espalharam a brincar à apanhada. Para estarem dependentes de um computador, telemóvel ou outro aparelho qualquer  já basta quando forem crescidinhos e as suas actividades quase obrigarem a um contacto constante com a tecnologia.

Eu recebi o meu primeiro telemóvel... bem tinha nove anos e andava exactamente no 4ºano. Nunca pedi nenhum telemóvel, nem muito menos tal ideia me passou pela cabeça quando tinha nove anos, sempre brinquei imenso!

Admito que o  último NENUCO que comprei, tinha eu 13anos (uma mulher quase feita!) numas férias em Espanha e ainda à pouco tempo comprei a Branca de Neve (a minha princesa favorita), porque sim, porque sempre adorei brinquedos e derreto-me sempre que passo pela secção de brinquedos e de bebés, não há emenda!  Mas o meu pai, na altura resolveu dar-mo e dentro de um "Winnie The Pooh", que fofinho! Talvez para eu perceber que mesmo recebendo um telemóvel continuava a ser uma criança e as brincadeiras não deveriam ser postas de lado. Pois que a missão foi cumprida, porque brincar dura até hoje! 

Era um Nokia 3310 uma pedra actualmente, com a capa do "winnie the pooh" a condizer!  O meu telemóvel nunca saiu de casa e nunca lhe liguei patavina, passava semanas e semanas desligado até entrar no 10ºano    onde realmente lhe comecei a dar mais atenção.

Recebi-o ainda era pequena, bastante pequena até! Eu nunca daria um telemóvel aos meus filhos com 9anos de idade, por exemplo nem outra tecnologia qualquer (assim o imagino). Mas nunca um professor meu, até hoje que frequento o 2ºano da faculdade, me chamou a atenção por causa de um telemóvel ou de outro aparelho qualquer, nem muito menos me obrigou a assinar um termo de responsabilidade de que iria ficar sugadita e longe das tecnologias!

Acho ridículo, vergonhoso e altamente reprovável de que as nossas crianças de 4ºano tenham tamanha facilidade e até mesmo dependência destes objectos tecnológicos, que seja necessário recorrer a este EXTREMO. A meu ver miúdos e nova tecnologia não combinam, termos de responsabilidade em como não o usam nas aulas, também não.

Afinal onde andam as crianças dos dias de hoje?Viram-nas por aí?



sábado, 30 de março de 2013

O Regresso de Sócrates


   Muito sinceramente não gosto de comentar política. Isto porquê? Porque acho, com toda a franqueza,   não possuir bases suficientemente fortes e concisas para o fazer. Não percebo de economia o suficiente para relatar que a e b fizeram y e x, e daí advém toda a crise financeira de que somos alvo. Quanto a política também não tenho argumentos tão fundamentados assim, para ser defensora de um só partido e acusar somente um e um único outro de todos os problemas que o país atravessa.
  Mas sempre gostei do José Socrátes, acho-o bastante inteligente e com um poder de argumentação incrível. Gosto dele. Acho que estávamos muito melhor governados pelo seu governo do que pelo governo actual, sem dúvida. Sei que ele, tal como qualquer político fez coisas boas e coisas más, mas foram mais notórias as coisas boas... a meu ver. Colocou descontos nos passes sociais, criou as novas oportunidades, abriu cursos profissionais. Coisa que este governo teve a ousadia de acabar! 
   Um governo que já teve como intenção colocar a escola pública paga, que afunda o país dia após dia, que trouxe a TROIKA e que pintou de preto o futuro das novas gerações, perde o direito de criticar o governo antecessor.
  Não percebo a revolta que anda por aí devido ao facto de Sócrates regressar como comentador televisivo  Juro que não entendo. Uma pessoa inteligente que percebe mais que ninguém do assunto a comentar sobre o estado do país, é assim tão estranho? Disse das boas, criticou aqueles que realmente constituem o pior governo de todos os tempos e que pela Assembleia da República já entrou, a começar pelo próprio presidente e falou sem dó nem piedade daquilo que nos assombra. Gostei e continuo a gostar, mesmo percebendo muito pouco de política  e vou com gosto acompanhar as próximas entrevistas.
    E que não falte a piada de por causa de perceber pouco do assunto, é que me faz gostar! Gosto e pronto (até posso estar para aqui armada em chica-esperta, mas não estou de todo errada!). E que estávamos muito melhores com o governo anterior, lá isso estávamos e não é preciso um doutoramento em política, para entender essa premissa.

Pode discordar da opinião de muita gente, mas esta é a minha.

Para além de que o meu sogrinho é extremamente parecido com este senhor! E pronto era lá eu capaz de odiar alguém que se parecesse com ele!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

DJANGO


 Dos melhores filmes que vi ultimamente. Um filme que compensa a ida ao cinema e  que tem tanto de violento como de cómico. Um filme que conta com grandes actores como: Samuel L. Jackson, Jamie Foxx, Leonardo Dicaprio, entre outros. E com uma banda sonora incrível que vai desde Beethoven ao rap do Rick Ross - 100 Black coffins.
 Se já viram, tenho a certeza que a grande maioria concorda comigo e se ainda não viram então vão ver!    Tem muita "polpa de tomate" é verdade, o que é  típico do grande Tarentino, mas durante três horas faz-nos estar dentro da história sem pestanejar.  Estou a torcer para que ganhe os Óscares e se não forem os cinco para o qual está nomeado, ao menos que ganhe o de melhor filme ou de melhor actor (principal ou secundário), que ganhe um no mínimo!

 Fica aqui uma das passagens que tem como música o rap de que falei à pouco. Gostei do contraste de uma história passada no séc. XIX com um rap actual. Resultou numa combinação fantástica, a meu ver.


P.s: Adoro o facto do Tarentino entrar em todos os filmes que realiza, onde faz sempre o papel de figurante e com o qual me farto sempre de rir. E este não foi excepção, lá estava ele outra vez!

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Ainda o Dia dos Namorados

  Pessoalmente, acho que o Dia de São Valentim se está a tornar de forma i-n-s-u-p-o-r-t-á-v-e-l um feriado consumista sem dó nem piedade (sem que na verdade seja um feriado,ohhhhh )! 
   Eu, provavelmente sou a rapariga mais romântica à face da Terra mas não suporto esta ideia pré-concebida que associaram ao Dia de São Valentim, de que entre 365 ou 366 dias este é o ÚNICO em que se faz surpresas à cara-metade, em que nos lembramos de dizer "gosto de ti"; "Adoro-te muito", "Amo-te tanto" * , em que todas as marcas dos mais variados produtos se aproveitam para lançar gamas especiais para o dia de São Valentim e incutir na cabecinha do seu público alvo : os namorados, os casados e quiçá os das relações extra-conjugais, que é obrigatório oferecer um PRESENTE ao outro. Porque dia dos Namorados não é dia dos Namorados sem oferecer o relógio da Swatch especial para este dia ou um peluche a dizer "I LOVE YOU".
  Nada contra. Para mim é mais um dia normal, um dia de amor e paixão.  Todos os dias são dias dos namorados, dos casados , dias do pai e dias da mãe.  Não há nenhum dia especifico dedicado somente a cada uma destas pessoas, porque todos os dias estas pessoas fazem parte da nossa vida, para quê só lhes dedicar um? Não é justo!
   Faço surpresas regularmente ao meu namorado, às vezes quando fazemos mais um mês de namoro, outras sem ser em nenhuma data especial, simplesmente porque sim. Porque é bom surpreender o outro quando não está à espera e principalmente quando sabemos que essa surpresa o deixará muito contente. 
   O dia de São Valentim é por isso, só mais um protesto para uma dessas surpresas. Não tem que ser dia 14 de Fevereiro, pode ser dia 15, dia 13 ou outro dia qualquer... Mas temos que fazê-lo! Temos que  dizer o quanto amamos a pessoa que nos faz feliz, como é importante para nós tê-la ao nosso lado e para isso não são precisos bem-materiais como a publicidade e o marketing nos tentam convencer, são precisos gestos. 
   À minha espera estava ele com uma rosa vermelha como a cor da [nossa] paixão e com um lanche delicioso - um suflê de laranja (de comer e chorar por mais!). Tudo preparado pelo meu "cozinheiro" encantado. Vantagens de ter para além de um príncipe, ter também um aspirante a chef Oliver, ou melhor, a chef Miguel da alta cozinha gourmet.

Obrigado meu amor e prepara-te para fazeres mais sufê's!




*
Gostei tanto deste anúncio!

sábado, 12 de janeiro de 2013

Bibliotecas fechadas ao Domingo

Não há uma única biblioteca em Lisboa aberta ao domingo. Estava eu toda contente no site da BLX ( bibliotecas de Lisboa) à procura de uma, dentro das dezenas de bibliotecas que existem na minha cidade e nem uma aberta amanhã!
Mas quê ao domingo não se estuda? Realmente não deveria ser um dia para estudar, mas sim um dia exclusivo para passear e para se estar com a família. Tudo bem, eu também acho. MAS os meus professores não.  Domingo é um dia normal pá, eles que se lixem! Tomem lá exames ao sábado e exames à segunda de manhã bem cedinho, para vos deixar confinados a um domingo de estudo.
E eu não tenho outro remédio se não passar o meu domingo, o de amanhã, a estudar e só queria uma biblioteca aberta, só uma!
 Hoje fui à das Galveias, no Campo Pequeno e nada, nem um espacinho. A biblioteca é linda, é daqueles espaços que até aquelas pessoas nunca leram um livro na vida são contagiadas pelo bichinho da literatura.  Um estilo clássico, bem iluminada, repleta de estantes e estantes e com grandes salas de estudo (ok, eu sou suspeita ADORO bibliotecas, então destas que fazem lembrar as bibliotecas do séc. XVIII hummm ).
Mas aquele palácio, transformado em biblioteca estava a abarrotar com pessoas a estudar e a trabalhar e nem uma mesa vazia.
Saímos de lá tristes, mas confiantes que se amanhã chegássemos cedinho mesmo antes da biblioteca abrir, passaríamos lá o dia todo a estudar. Qual é a minha surpresa que nem a biblioteca do Palácio Galveias, nem nenhuma se encontra aberta aos domingos.
Deveria haver uma melhor gestão do horário das bibliotecas municipais, em vez de fecharem todas ao domingo, podiam alternar. Sei lá como nas farmácias  Umas fechavam ao sábado e abriam ao domingo e outras fechavam ao domingo e abriam ao sábado. Agora assim é que não. Estragam a inspiração (que para se estudar, também requer alguma inspiração) a uma pessoa.

Biblioteca do Palácio Galveias


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A (des)importância das Redes Sociais

     Todos nós ou pelo menos a grande maioria, já tivemos contas em redes sociais tenha sido elas: o twitter, o hi5 e mais recentemente o facebook. E de uma forma ou de outra nos tenhamos exposto no mundo virtual.Pela minha experiência pessoal neste assunto, posso afirmar que já experimentei de tudo ou melhor quase tudo que para aí tenha surgido.
 
 O hi5 surgiu quando tinha uns 13/14 anos, na altura aderi. Primeiro entrei naquele mundo desconhecido muito calmamente, depois aos poucos e poucos fui partilhando algumas fotos, algumas brincadeiras com as amigas e passado algum tempo, completamente familiarizada já achava piada ao "hi5" .
Lembro-me que podíamos escolher fundos de perfil e colocar músicas, e até houve uma altura que podíamos ter uma mascote. Enfim, era uma diversão personalizar a nossa imagem numa mera página da Internet.

   Foi sol de pouca dura e de seguida, cansei-me e apaguei o hi5 em conjunto com uma amiga minha, que partilhava o mesmo pensamento que eu: "Mas isto serve para quê? Só nos faz é mal! Parecendo que não ficamos a pensar nas novidades que temos na nossa página, e nos comentários que já temos na nova foto. Ah sou muito mais que toda esta superficialidade do hi5! Vou apagá-lo" e foi com mais palavras ou menos palavras que estas,  que chegamos a esta conclusão e eliminá-mos a nossa conta.

     Depois disso tive anos sem ter qualquer conta numa rede social, minto. Aderi também ao twitter, não percebia muito bem o que era o twitter e para o que que é que realmente servia, mas pronto experimentei. Durou pouco, utilizava-o para partilhar "posts" do blogue (ah entretanto tinha iniciado a escrita do "Conversas entre Almofadas", isto algures em 2009) e dessa forma publicitar o meu little baby da escrita. Passado pouco tempo abandonei o twitter e nunca mais lá fui,até que no outro dia vi que ainda tinha a conta activa porque recebi um pedido de "seguidor" e  fui recuperar a password para acabar de vez com a conta.  Pronto nem twitter, nem hi5, nem nada.

    Por esta altura, já tinha começado o grande master das redes o - FACEBOOK. Andava toda a gente a aderir ao facebook e a abandonar o hi5 em prol da nova novidade. Eu deixei-me estar imune, completamente à margem dessa euforia cibernética.
 
    Já quando o facebook era um grande fenómeno,  resolvi experimentar. Primeiro criei a conta simplesmente por causa de um jogo, que os meus amigos do secundário jogavam que era o "Guitar-Hero" mas na versão computador dado pelo facebook, joguei duas ou três vezes e nunca mais lá fui.
 
   Passado alguns meses e tendo cada vez mais gente conhecida no facebook e a falar dele, lá resolvi ir à minha conta espreitar. Tal como no hi5 comecei calmamente a ver como é que aquilo funcionava, e só aos poucos e poucos fui partilhando alguma da minha informação: uma foto, alguns dados como a data de nascimento ou  os gostos musicais e lá fui adicionando amigos e familiares.

     O tempo foi passando e sem dar muita confiança a este expositor, fui percebendo o conceito do facebook (bem mais privado e seguro que o hi5, na minha opinião, mas também nada de louvar) e comecei a partilhar mais coisas, nada que expusesse em demasia a minha privacidade, mas apenas algumas coisas que gostava ou não, como vídeos engraçados ou algumas fotos com amigas e amigos. O facebook foi sofrendo algumas modificações  no seu aspecto e/ou politicas e à medida que o tempo foi passando, fui utilizando com mais regularidade esta rede. 
   
    Não sou pessoa de partilhar tudo o que faço, penso ou sinto na minha vida, sou demasiado tímida e salvaguardo bastante  aquilo que é só meu para isso! E faz-me confusão quem não dá um passo, sem primeiro ir partilhar no facebook, já para não falar de quem partilha as fotos dos filhos, ainda menores. A sério que confusão que isto me faz!
 
    Mas não minto, que principalmente quando conheci o meu homem que também tem facebook, senti a vontade de partilhar todas as fotos lindas que tirávamos aqui e ali. Não o fiz, claro.
Primeiro porque não me achei bonita em todas (hihihi brincadeirinha), segundo e única razão porque é bom termos fotos exclusivamente nossas, que possamos deliciar-nos a ver no álbum e mostrar aos nossos amigos e familiares em casa tornando isso num momento único e não já conhecido de todo o público. Mas sim partilhei bastantes fotos, sempre com a consciência daquilo que poderia estar a expor e do queria e não queria que assim o estivesse, nunca interferindo na privacidade do nosso namoro.
 
  Hoje olho para algumas, e penso que na altura soube-me bem partilhar aquele momento feliz, hoje simplesmente não via necessidade de o fazer. Continua a ser uma recordação de um dia muito feliz ao lado de quem me faz muito feliz e de quem amo, e que gosto de mostrar aos nossos amigos, familiares e às pessoas que estão felizes connosco e por nós, mas não às restantes "entas" amizades "facebokianas" que estão ali porque são da mesma faculdade, ou andaram na mesma escola, ou porque conhecem algum amigo nosso, ou algum dia por acaso falamos por isto e por aquilo, e que na realidade não conheço de lado nenhum.
   
    Tenho por isso, vindo a reduzir as nossas fotos, pondo uma de vez a vez quando me apetece mudar a fotografia de perfil. Tenho o meu perfil privado, apenas quem é meu amigo no facebook tem acesso às minhas fotografias, sabe   qual a faculdade onde estudo e quando faço anos, de resto não divulgo o sítio onde nasci e onde moro. E mesmo assim já é muito!
 
    Quanto às amizades, tenho tido cada vez mais atenção a quem aceito ter acesso a isto e a quem quero adicionar ou não. Faço com regularidade "limpeza" à minha página, eliminando amizades de pessoas com quem não tenho qualquer tipo de confiança e só conheço de vista. Só aceito quem conheço, mas conheço mesmo.
   É óbvio que tenho algum pessoal da faculdade adicionado com quem nem falo muito ou que se quer nunca falei, mas por pertencemos ao mesmo grupo que se criou no facebook para o nosso curso, onde partilhamos duvidas, apontamentos e informações úteis da faculdade, lá nos vamos adicionando uns aos outros.
 
    Na verdade é por isto que mantenho a minha conta nesta rede é porque o facebook torna-se um meio fácil e rápido de se trocar informação com os colegas da faculdade e onde se consegue esclarecer dúvidas com os alunos mais velhos.

   De resto a única coisa positiva que vejo é  mantermos o contacto com primos e amigos cujos rumos são diferentes e por isso passa-se tempos e tempos sem nos vermos, e a facilidade de irmos partilhando fotografias e conversando uns com os outros, permite-nos manter sempre ligados.
 
    Mas pensando bem, antigamente também não havia facebook e as amizades eram tão ou mais verdadeiras que agora; os namoros mantinham-se e até pareciam mais duradouros e as pessoas necessitavam de estar mais tempo com as outras e arranjavam outras maneiras de estarem juntas, sem ser por uma ligação à Internet. Por isso, isto não é motivo que me prenda ao facebook, a única coisa que de facto me tem mantido e faz com que eu ainda não tenha apagado a minha conta, são estas questões académicas... acreditem ou não os grupos dão mesmo muito jeito!
 
     As idas ao facebook tem sido cada vez mais diminutas e já conversei sobre isto várias vezes com o Miguel: O que é que o facebook acrescenta de bom à nossa vida?
 A mim não me aquece, nem arrefece, de bom não me trouxe nada e de mau não sei.
 
    Já me arrependi de ter partilhado algumas coisas, poucas, nada que me tenha prejudicado mas que se as pessoas não tivessem sabido, melhor! De resto, aquilo que tenho vindo a partilhar no facebook têm sido momentos felizes e importantes, pois se é para partilhar que se partilhe coisas boas, porque coisas tristes não valem pena! Momentos felizes e importantes que partilhei foram: a entrada na faculdade e o namoro com o meu M.
 
     Quando entrei na faculdade e  partilhei esse momento, comentários simpáticos e cheios de carinho encheram-me a página, e se isto soube bem? Sim sabe sempre bem ler coisas agradáveis principalmente quando a nós nos são dirigidas, por isso soube.  Mas recebi-os também pessoalmente ou por telefone quando dei a novidade, e  não há melhor sensação quando nos são ditas!

    Quando eu e a cara-metade assumimos o namoro no facebook, os amigos e familiares já o sabiam muito antes  e quem soube no momento juntou-se a eles numa onda feliz e carinhosa de comentários e votos de felicidade que surgiram logo instantaneamente. É bom saber que toda a gente ficou muito feliz por nós mas também o  soubemos sem ser pelo facebook e soube bem melhor pessoalmente! Por isso o facebook não acrescentou nada nestes que foram os momentos mais importantes que aconteceram na minha vida, simplesmente os acompanhou, porque mega feliz já eu estava e estou!
   
   Agora um lado menos bom que pudesse ter tido... Hum bem pensando melhor as redes sociais quer nós queiramos quer não, acabam por nos influenciar sempre um bocadinho e mesmo eu, que não sendo uma pessoa que viva exclusivamente preocupada em partilhar tudo na sua página e constantemente ligada ao facebook, já me senti influenciada por ele.
    Por exemplo, já dei por mim a pensar nos comentários que iria receber numa determinada publicação ou a pedir ao meu namorado para ir pôr um like numa fotografia... A sério ? Marina Sequeira quê isto? Tu és lá rapariga que se deixe levar por estas superficialidades, que importância é que isto tem?
 
    Quando comecei a deparar-me com este tipo de pensamentos, percebi que algo de errado se estava a passar e o errado é a importância que nós damos às coisas. Felizmente abandonei este pico superficial que me atingiu se bem que em pequena escala  (não quero imaginar em grande escala que é a maioria que anda por aí a navegar pelo facebook) e conclui que a importância que o facebook tem na nossa vida e na nossa felicidade é deixa cá ver....nula, não é importante.
 
    Já soube de casos de casais que se chatearam por causa do facebook, de amizades que acabaram e de discussões que começam tudo pela mesma causa- o facebook. Para quê? Porque é que as pessoas hão- de dar importância a algo que não é importante nem se quer faz de nós melhores ou piores  pessoas ou mais felizes e menos felizes? Porquê?

     Os meus pais fazem parte daquele grupo de pessoas que não têm facebook e do qual já estive mais longe de fazer parte. Há uns tempos num almoço de família  juntamente com o meu namorado, conversávamos sobre este tema. O meu pai perguntou ao M. se tinha facebook,  ao qual ele respondeu que sim mas que não liga nenhuma e devolveu-lhe a pergunta. O meu pai disse uma coisa curiosa e que sem dúvida se pode aplicar a esta rede e qualquer rede social, passo a citar:  "No facebook toda a gente se conhece, na realidade não é assim. Por exemplo eu nunca abriria a porta a qualquer pessoa, já no facebook aceita-se toda a gente"
 
    Podemos encarar o facebook como sendo a porta da nossa casa, nunca iríamos deixar nem 1/3 das pessoas que temos adicionadas na nossa página entrar pela nossa casa adentro, então porque havemos de lhe expor a nossa privacidade, mesmo que o que esteja exposto seja o mínimo possível?
 
   Quero com isto dizer que se tiverem facebook, tentem resguardar ao máximo tudo o que partilham, não sejam amigos de qualquer pessoa que vos peça amizade e se gostam de o ter, gostem de uma forma saudável sem que ele vos roube demasiado tempo.  Lembrem-se que em vez de estarem no facebook podem estar a passear com os amigos e a matar saudades a cores. Assim se matam saudades, ouvindo, abraçando e estando com as pessoas, nunca por pixeis.
   
   Acho que o ser humano tem que começar a delinear o que realmente é importante daquilo que é superficial. Para mim o que é importante é ser feliz e fazer feliz quem mais gosto, não é o que partilho no facebook , enquanto o tiver.

Temos que viver mais a vida com as cores, sensações, sons, texturas que ela tem e não apenas ao som do teclado. 


domingo, 2 de dezembro de 2012

Empreendedorismo Universitário

       Na passada segunda deu mais um documentário  "Momentos de Mudança" na SIC. Mais uma vez gostei, mais uma vez constato que se trata de mais uma sólida e boa reportagem que se junta aos outros fantásticos documentários que têm vindo a ser transmitidos neste canal.
        Esta por sua vez de um tema que me interessa particularmente - o Ensino Universitário. Com esta reportagem ficamos todos lá em casa conscientes do estado ainda mais grave que o ensino em Portugal atravessa.
       Vejamos que, eu pessoalmente, não tenho quaisquer dúvidas de que temos tudo ou quase tudo para sermos um país bem instruído e com uma qualidade de formação de excelência, mas falta-nos a base para que a evolução na instrução portuguesa seja palpável : o espírito aventureiro com pés e cabeça.
       Se viram a reportagem, viram com certeza que Portugal é um dos país com maior número de "nascimento" de novas micro-empresas da Europa, empresas essas que não duram mais que dois anos. Espírito de empreendedorismo não nos falta, o que nos falta é organização e bom planeamento!
      É lamentável, ver tantos crânios  tanto potencial a espalhar talento lá fora e a abandonar o país nesta profunda e tenebrosa crise económica/social e euseilámaisoquê, quando eles podiam muito bem constituir um forte batalhão face ao inimigo e tirar o país da fossa.
      Apesar de ainda estar no segundo ano e ter mais com que me preocupar (neste momento é mais passar às cadeiras todas e dar o meu melhor a todas elas), toda esta falta de oportunidade crescente, inconscientemente ou conscientemente também me começa a preocupar. Antes, andar na faculdade era um orgulho para a família, hoje, andar na faculdade é mais encarado como uma despesa, um enorme investimento num futuro incerto em que "vamos lá ver se não estás a estudar para o boneco", "se calhar o melhor era teres arranjado um empregozinho e pronto".
     No meu ver e felizmente no dos meus pais, estudar nunca é um investimento perdido. Seja lá o que futuro for, tenha eu a sorte de trabalhar no meu país ou me veja obrigada a emigrar ou a fazer qualquer outra coisa que nada tenha a ver com a minha área de formação, sei que as dores de cabeça/preocupações/noites mal dormidas que a faculdade me tem dado (malditas férias que nunca mais chegam) não são de todo tempo deitado ao ar,mas sim a concretização do meu sonho. A esperança que poderei melhorar o Mundo em que vivemos com um conhecimento mais aprofundado da Natureza que nos rodeia.
 Outro tópico que foi abordado neste documentário  é a falta de componente prática que existe na forma em que os cursos superiores são leccionados em Portugal. De facto e tenho essa percepção no curso em que estou a tirar, ainda para mais em Engenharia que as universidades portuguesas insistem mais num plano teórico do que propriamente naquilo que nos faz mais falta e nos ensina realmente a profissão que daqui a uns anos estaremos a exercer - a prática. Somos então comparados à Universidade de Sanford* em São Francisco, EUA.
     Ao contrario de nós, as universidades na América e na maioria dos países da Europa têm protocolos e fortes ligações às empresas, que desde cedo colocam os estudantes a solucionar problemas com os quais se deparam. Assim, um estudante chegado à universidade é logo confrontado com problemas reais e aprende precocemente a lidar com o mundo empresarial e a trabalhar na sua futura profissão.
Deste modo, é como se as empresas tivessem a preparar os seus futuros empregados, uma vez que terminado o curso os estudantes são contratados por essas mesmas empresas.
     Nesta reportagem um professor da Universidade de Sanford diz algo que me deixou a pensar e me deu um fecho de contentamento,  algo mais ou menos assim: "os grandes fundadores das empresas como a Google, e outras que podes encontrar aqui, partiram de ideias de estudantes e não do conhecimento alargado dos professores". Isto tocou-me. Estamos a precisar que Portugal invista e confie mais no potencial dos seus jovens estudantes, porque são eles, somos nós, o futuro do país, está na hora de nos darem asas para voar, não lá para fora mas cá dentro.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Olhar inconveniente!

  No sábado, enquanto esperava sentada no Starbucks do Alegro pelo meu A', um grupinho na mesa ao lado começou a olhar constantemente para mim.
  Comecei a sentir-me incomodada e pensava: "Que raio disse ou fiz para esses olhares insistentes e risinhos maldosos?"
  O meu amor deixou parte do lanche na mesa e foi esperar pelo que faltava. Enquanto isso, eu vi uma mesa vaga num sítio mais ao canto e decidi ir para lá.
  Levanto-me e os olhares dirigem-se a mim. Volto à mesa antiga para ir buscar o resto das coisas e os olhares continuam.
  Sento-me, constrangida e super incomodada com vontade de ir aquela mesa e dizer: "NUNCA VIRAM?!"
  Mas não, fico sentada à espera do meu A', nervosa por toda esta situação.
  O meu amor chega e nota que eu estou estranha..e eu conto-lhe todo o sucedido.
  Fica super chateado e começa a reparar que os olhares continuam.
 Entretanto, comemos, namorámos e deixámos que continuassem a observar-nos. Penso que devíamos/devemos ter algo muito diferente! =P.

  Esta situação manteve-se, o meu A' exaltou-se e ainda tivemos uma situação chata no café.
  Ficámos sem perceber o motivo dos olhares constantes e incomodativos. 

  Estas coisas deixam-me "parva"! Não percebo o porquê de algumas pessoas se sentirem superiores para menosprezarem os outros e deitá-los a baixo.

Que vai na cabeça desta gente?

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Virgindade e o seu Valor

   Há uns tempos vi uma noticia de dois jovens, uma brasileira de dezanove ou vinte anos e outro jovem vindo de não sei da onde também da mesma idade que leiloaram a sua virgindade na internet com direiro a vídeo de promoção e tudo.
   As propostas foram tais, que chegaram a quantias exuberantes como 130 mil euros.  Passado uns tempos vi que a virgindade dos dois jovens foi finalmente leiloada, sei que a da rapariga foi vendida a um estrangeiro penso que do Canadá e que o acto iria acontecer num avião em pleno voo (a do rapaz não me recordo), com uma série de regras à mistura. A rapariga e aquele que iria lhe fazer o favor de tirar a virgindade não iriam ter mais nenhum tipo de afecto/intimidade  a não ser a relação sexual, esta iria ser realizada com os métodos preventivos e não haveria mais nenhum tipo de sexo a não ser a penetração.
   Já andava desde o primeiro momento que li a noticia para vir falar sobre ela, mas pelas mesmas razões do costume nunca mais me lembrei, agora já não encontro o vídeo e a noticia escrita com mais detalhes para aqui partilhar, mas ficou de um modo resumido o teor do assunto.
   O Mundo está perdido! Foi a única coisa que me veio à cabeça... Que vergonha! A que ponto é que os seres humanos chegam para conseguir dinheiro. Que tipo de formação têm estes jovens? Que valores retêm ? Pior é que já não é a primeira vez que um jovem vende a sua virgindade em troca daquele que der mais e infelizmente tenho a certeza de que não será o último.
  Num ponto de vista mais pessoal, cada um tem para si a simbologia e significado que quer dar a determinadas coisas. Para mim o perder a virgindade é um momento muito importante na vida de uma mulher, um momento jamais inesquecível e que deve ser por isso bem ponderado. Representa a pureza e o acto de nos entregarmos à pessoa que amamos é sem dúvida um dos mais belos que a vida nos pode oferecer.
  É por isso para mim um acto de Amor, ter a certeza de que só pode ser com ele, não se explica, sente-se... Entregarmos-nos ao homem que amamos, ao nosso grande amor, àquele com quem queremos ficar para sempre não tem valor quantificável. Não trocaria por nada. Nem por todo o dinheiro do Mundo, porque encontrar a nossa alma gémea e a pessoa que sempre sonhamos ter ao nosso lado e ser com ela a nossa entrega total, é um passo e uma marca que fica para o resto das nossas vidas, um momento lindo à sua maneira, que só a nós e ao nosso amor pertence.
  Infelizmente nem todos pensamos da mesma forma, e uma conta rechonchuda no banco parece ganhar mais importância do que esperar pela pessoa e pelo momento certo. Contudo não digo que toda a gente pense assim ou tenha toda esta visão romântica associada ao momento, mas vendê-la é ultrapassar os limites.
  E para eles o "perder a virgindade" é só mais um passo que tem que ser feito sem qualquer sentimento adicional e se for pago, melhor!



E vocês o que pensam deste assunto?

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Monserrate, que herança tão nossa!

 
    
    Lembram-se daquele post (demasiado feminino, por isso provavelmente só meninas é o que leram) em que falava dos meus sapatos novos? Pois bem, eu tinha dito que nesse dia ia estreá-los. Lá fui eu toda vaidosa, com os meus sapatinhos dignos de uma princesa passear ao lado do meu príncipe pelo palácio e jardim de Monserrate- até aqui um filme perfeito... se o jardim belíssimo e romântico e sublime  não tivesse um solo igualmente AGRESTE. O que eu sofri!
   Eu que ando sempre em jardins e em explorações pelo verde de Portugal já devia saber que para estes sítios se leva calçado confortável e se vai o mais prático possível e não calçado passível de ficar entalado nas pedras e que fazem doer passado 10segundos de caminhada. Foi exactamente isso que me aconteceu... Contabilizam-se umas 50 vezes que fiquei entalada nas irregularidades do chão, dores e desconforto constantes. Mas não pensem que isto me impediu de ir a mais sítios e visitar o jardim por inteiro... Nah... eu não sou mulher por me dar por vencida a uns sapatinhos toscos, isso é que era bom!
   Andei, passei muito só que demorei foi mais tempo, assim numa espécie de tartaruga mas sem a carapaça e sem outras características que tais.  Pobres pés, já não bastavam os sapatos do Traje, aqueles malvados se não agora a louca da dona ainda arranjar mais objectos de tortura.
  Mas parando de falar nos meus pés, que os coitadinhos não pediram para ser conhecidos, adorei Monserrate, somos apaixonados por Sintra por isso é um sitio que visitamos frequentemente e Monserrate não nos desiludiu de forma alguma. É LINDO.
   Só há uma contrapartida - o preço dos bilhetes. E aqui vem outro tema de que queria falar. É uma vergonha, no meu ver, pagar-se tanto para visitar aquilo que é nosso, aquilo que é o nosso património. Só nós os dois, gastámos 14euros em duas entradas, imagine-se famílias inteiras o que não gastam para ir dar um belo passeio numa tarde?! Acho uma estupidez tremenda, nós, portugueses pagarmos para ver aquilo que é nosso por direito. Pagar para ver aquilo que nós próprios construímos? Existe regra mais absurda que esta?  Fiquei estupefacta a olhar para o preçário. Depois não digam que os portugueses não valorizam o que é seu e só acham que o que é do estrangeiro é que é bom! Num país que nem a própria cultura sabe valorizar não admira que o povo vire mais as atenções para aquilo que não lhe pertence e que desconheça das coisas maravilhosas que Portugal tem para oferecer.    
   Quando compreenderem que não temos os ordenados dos restantes países da Europa para gastar em bilhetes e visitas naquilo que nos deveria receber de portas abertas; talvez Portugal ganhe outro estatuto, talvez Portugal seja visto com outros olhos; talvez Portugal seja realmente amado e conhecido pelo seu próprio povo. É isto que me entristece, a pouca cultura  que existe em muitas cabeças num país que é tão culto. 
    Acham que é a cobrar bilhetes que conseguem sustentar as despesas que uma obra destas exige? Para onde vai tanto dinheiro que todos os dias saí das carteiras dos portugueses para os bolsos do Estado? Não deveria estar a manutenção do património português incluída? Há muita coisa que tem que mudar, muita mesmo... mas principalmente a mentalidade e o bom senso. Sem isto nada muda. Sem isto não há mudança que o valha! Sem isto não há cultura, sem isto não há valor, sem isto não se sabe ser Português - os eternos aventureiros e descobridores. E eu gosto tanto de ser portuguesa.
  
  Aconselho a todos a visitarem esta linda relíquia bem guardadinha no eterno coração de Sintra, é tão bonito que se torna difícil de descrever.  Apesar do preço absurdo dos bilhetes, vale mesmo muito a pena. Ah! E levem calçado apropriado!


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Hoje é Dia Mundial ...

  Hoje é Dia Mundial do Vegetarianismo, este ano o Dia Mundial do Habitat e o Dia Mundial da Música 

 Estes são dias que, normalmente não nos dizem nada, mas hoje chamou-me à atenção serem três "Dias Mundiais". Tendo principal atenção à união do vegetarianismo com o habitat, sendo o que me levou a escrever este post.

  Para mim, o vegetarianismo tornou-se no mais importante. Dado que, eu cada vez como menos carne/peixe, defendo que devemos proteger os animais escolhendo uma alimentação à base de vegetais e outros substitutos da carne/peixe. Para mim é importante a celebração deste dia!



  Ao vegetarianismo está ligado o habitat, pois a protecção dos animais e do seu meio é um tema defendido e bastante discutido. O Dia Mundial do Habitat é na primeira segunda-feira do mês de Outubro, sendo a celebração deste dia diferente de ano para ano. 
Este dia, não se refere só aos animais, mas também a nós Humanos. Permite a reflexão sobre o estado das cidades e do direito humano à moradia adequada assim como lembrar ao mundo de sua responsabilidade colectiva sobre o habitat das gerações futuras.



  Em relação à música, é um hobbie que aprecio muito, dá alegria ao meu dia e uma bela música logo de manhã anima qualquer pessoa :). A música permite o desenvolvimento da paz, união, evolução e troca de experiências entre as pessoas. 




Um Feliz Dia Mundial para todos!

Amem, preservem o nosso planeta e vivam a Vida ao máximo! =D
  

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Espera... Já estamos em Setembro?!

E para além de já estarmos em Setembro há três dias também cheguei à última semana de férias (buáááááh).
 Bem é aproveitá-la para que a despedida das férias não seja tão penosa como o seu fim ameaça ser, a sensação que eu tenho é que passaram a voar parece que ainda à pouco estava a terminar os exames e agora são as férias a terminar, não estou em mim...
 Vão começar as aulas, os trabalhos, os exames, a rotina diária de levantar cedo, apanhar o metro, depois o comboio e mais uma vez o metro, e depois fazer tudo outra vez para vir para casa e antes disso vem os caloiros novos, vem a recepção ao caloiro, vem um papel que ainda não conheço que é de ser pseudo-veterana e ser eu a dar as boas-vindas (ainda há um ano estava eu a chegar à faculdade) e antes disso tudo vou desfrutar os últimos dias  de "liberdade" que me restam, ora  dêem-me licença.






P.s: Com Setembro chega também esta péssima notícia: O fim do desconto de 25% para os passes dos estudantes e seniores, aqui. É que já foi bastante mau quando tiraram os 50% e agora nada! O meu passe vai para o dinheirão, uma vez que a minha faculdade fica do outro lado, no Monte da Caparica, agora imaginem  o quão caro vai sair por mês aquilo que deveria ser encarado como um bem essencial.
É uma vergonha viver num país que acha que é a tirar os descontos aos estudantes, que são o futuro do nosso país, e aos reformados, que por norma são as duas classes que têm menos dinheiro rentável face ao pessoal que está no activo,  que vão poder economizar e reduzir as despesas económicas do Estado, uma vergonha inaceitável!






domingo, 14 de agosto de 2011

Apetece-me ver....

Enquanto pensava num plano para passar o dia com o meu A', lembrei-me de irmos ao cinema ver "Os Smurfs".
Por momentos decidi pesquisar como era o filme, porque podia ser diferente daqueles desenhos animados aos quais estávamos habituados em crianças. Eu pessoalmente lembro-me de pintar aqueles livros (para colorir) com os estrunfes e ler alguma banda desenhada, isto se a memória não me falha.

Passando ao filme, este é realizado por Raja Gosnell, a estreia em Portugal foi na quinta-feira passada. O filme passa-se em Nova Iorque, pois o malvado Gargamel transportou os pequenitos estrunfes para lá. A confusão é uma constante para estas criaturas azuis, que tentam salvar-se dos Humanos e de Gargamel.

Fiquei interessada no filme, vou vê-lo na próxima terça-feira.



Alguém já viu o filme? Aconselham?

Fico à espera de respostas =D

domingo, 23 de janeiro de 2011

Eleições Presidenciais


E parece que ficou tudo na mesma, os portugueses gostam disso.

Poderia fazer uma enorme critica e protestar? Poderia, mas nem me apetece comentar, sendo assim ficamos por aqui.


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A anorexia do porquinho mealheiro

Antes:

Actualmente:



É preciso alguém que perceba realmente de economia. Alguém que perceba de "como governar um país". Alguém que tenha como prioridades a população e não o bem-estar dos seus conterrâneos. Um governo que pare de se preocupar com a imagem de um país que pode ajudar tudo e todos, que investe milhares de euros em coisas minimamente desnecessárias quando tem um país que se encontra afogado numa crise económica. Um governo que pare de prejudicar os mais fracos. Um país que pare de esperar pelo regresso de D. Sebastião, aquele nos irá salvar do fundo do poço, continuem a esperar que vão ver se não ficam lá! Um país que pare de se alimentar daquilo que não tem. Um povo que faça alguma coisa, para além de estar numa contínua espera. Uma sociedade mais justa. Uma mentalidade mais limpa e dinâmica.
É preciso, é necessário, é urgente!