Na terça-feira tirei o dia para mim. De manhã um tratamento de pele com a D. e se soube bem (sinto-me uma "tia" a dizer isto)! Depois almoço e passeio por essa Lisboa fora com o mais que tudo. Aproveitamos e no final de tarde ainda fomos espreitar a exposição: "RISO, uma exposição a sério" no Museu da Electricidade, em Belém.
A entrada é gratuita e a exposição está deveras cómica e alegre! Sou uma grande fã da Joana Vasconcelos e sendo ela também uma grande contribuidora para a exposição, deu-me ainda mais curiosidade de ir espreitar o que por ali anda!
De todas as peças que vi, as que mais gostei de ver bem pertinho e de lhes tocar (não sei se o podia fazer, mas não resisti) foi os três bonecos do "Contra- Informação" - programa que passava na RTP, pertencentes à caricatura de Jorge Sampaio, Mário Soares e Cavaco Silva. Tão giros!
A exposição encerra dia 17 de Março e está aberta das 10h às 18h todos os dias, excepto segundas-feiras. Por isso se gostam destas coisas não têm desculpa e vão lá fazer uma visitinha! Cultura gratuita e de boa qualidade é um presente bem valioso neste inicio de ano e uma óptima maneira de começar mais uma nova etapa!
Divirtam-se e riam-se muito ahahahahha :)
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
A (des)importância das Redes Sociais
Todos nós ou pelo menos a grande maioria, já tivemos contas em redes sociais tenha sido elas: o twitter, o hi5 e mais recentemente o facebook. E de uma forma ou de outra nos tenhamos exposto no mundo virtual.Pela minha experiência pessoal neste assunto, posso afirmar que já experimentei de tudo ou melhor quase tudo que para aí tenha surgido.
O hi5 surgiu quando tinha uns 13/14 anos, na altura aderi. Primeiro entrei naquele mundo desconhecido muito calmamente, depois aos poucos e poucos fui partilhando algumas fotos, algumas brincadeiras com as amigas e passado algum tempo, completamente familiarizada já achava piada ao "hi5" .
Lembro-me que podíamos escolher fundos de perfil e colocar músicas, e até houve uma altura que podíamos ter uma mascote. Enfim, era uma diversão personalizar a nossa imagem numa mera página da Internet.
Foi sol de pouca dura e de seguida, cansei-me e apaguei o hi5 em conjunto com uma amiga minha, que partilhava o mesmo pensamento que eu: "Mas isto serve para quê? Só nos faz é mal! Parecendo que não ficamos a pensar nas novidades que temos na nossa página, e nos comentários que já temos na nova foto. Ah sou muito mais que toda esta superficialidade do hi5! Vou apagá-lo" e foi com mais palavras ou menos palavras que estas, que chegamos a esta conclusão e eliminá-mos a nossa conta.
Já quando o facebook era um grande fenómeno, resolvi experimentar. Primeiro criei a conta simplesmente por causa de um jogo, que os meus amigos do secundário jogavam que era o "Guitar-Hero" mas na versão computador dado pelo facebook, joguei duas ou três vezes e nunca mais lá fui.
Passado alguns meses e tendo cada vez mais gente conhecida no facebook e a falar dele, lá resolvi ir à minha conta espreitar. Tal como no hi5 comecei calmamente a ver como é que aquilo funcionava, e só aos poucos e poucos fui partilhando alguma da minha informação: uma foto, alguns dados como a data de nascimento ou os gostos musicais e lá fui adicionando amigos e familiares.
Não sou pessoa de partilhar tudo o que faço, penso ou sinto na minha vida, sou demasiado tímida e salvaguardo bastante aquilo que é só meu para isso! E faz-me confusão quem não dá um passo, sem primeiro ir partilhar no facebook, já para não falar de quem partilha as fotos dos filhos, ainda menores. A sério que confusão que isto me faz!
Mas não minto, que principalmente quando conheci o meu homem que também tem facebook, senti a vontade de partilhar todas as fotos lindas que tirávamos aqui e ali. Não o fiz, claro.
Primeiro porque não me achei bonita em todas (hihihi brincadeirinha), segundo e única razão porque é bom termos fotos exclusivamente nossas, que possamos deliciar-nos a ver no álbum e mostrar aos nossos amigos e familiares em casa tornando isso num momento único e não já conhecido de todo o público. Mas sim partilhei bastantes fotos, sempre com a consciência daquilo que poderia estar a expor e do queria e não queria que assim o estivesse, nunca interferindo na privacidade do nosso namoro.
Hoje olho para algumas, e penso que na altura soube-me bem partilhar aquele momento feliz, hoje simplesmente não via necessidade de o fazer. Continua a ser uma recordação de um dia muito feliz ao lado de quem me faz muito feliz e de quem amo, e que gosto de mostrar aos nossos amigos, familiares e às pessoas que estão felizes connosco e por nós, mas não às restantes "entas" amizades "facebokianas" que estão ali porque são da mesma faculdade, ou andaram na mesma escola, ou porque conhecem algum amigo nosso, ou algum dia por acaso falamos por isto e por aquilo, e que na realidade não conheço de lado nenhum.
Tenho por isso, vindo a reduzir as nossas fotos, pondo uma de vez a vez quando me apetece mudar a fotografia de perfil. Tenho o meu perfil privado, apenas quem é meu amigo no facebook tem acesso às minhas fotografias, sabe qual a faculdade onde estudo e quando faço anos, de resto não divulgo o sítio onde nasci e onde moro. E mesmo assim já é muito!
Quanto às amizades, tenho tido cada vez mais atenção a quem aceito ter acesso a isto e a quem quero adicionar ou não. Faço com regularidade "limpeza" à minha página, eliminando amizades de pessoas com quem não tenho qualquer tipo de confiança e só conheço de vista. Só aceito quem conheço, mas conheço mesmo.
É óbvio que tenho algum pessoal da faculdade adicionado com quem nem falo muito ou que se quer nunca falei, mas por pertencemos ao mesmo grupo que se criou no facebook para o nosso curso, onde partilhamos duvidas, apontamentos e informações úteis da faculdade, lá nos vamos adicionando uns aos outros.
Na verdade é por isto que mantenho a minha conta nesta rede é porque o facebook torna-se um meio fácil e rápido de se trocar informação com os colegas da faculdade e onde se consegue esclarecer dúvidas com os alunos mais velhos.
De resto a única coisa positiva que vejo é mantermos o contacto com primos e amigos cujos rumos são diferentes e por isso passa-se tempos e tempos sem nos vermos, e a facilidade de irmos partilhando fotografias e conversando uns com os outros, permite-nos manter sempre ligados.
Mas pensando bem, antigamente também não havia facebook e as amizades eram tão ou mais verdadeiras que agora; os namoros mantinham-se e até pareciam mais duradouros e as pessoas necessitavam de estar mais tempo com as outras e arranjavam outras maneiras de estarem juntas, sem ser por uma ligação à Internet. Por isso, isto não é motivo que me prenda ao facebook, a única coisa que de facto me tem mantido e faz com que eu ainda não tenha apagado a minha conta, são estas questões académicas... acreditem ou não os grupos dão mesmo muito jeito!
As idas ao facebook tem sido cada vez mais diminutas e já conversei sobre isto várias vezes com o Miguel: O que é que o facebook acrescenta de bom à nossa vida?
A mim não me aquece, nem arrefece, de bom não me trouxe nada e de mau não sei.
Já me arrependi de ter partilhado algumas coisas, poucas, nada que me tenha prejudicado mas que se as pessoas não tivessem sabido, melhor! De resto, aquilo que tenho vindo a partilhar no facebook têm sido momentos felizes e importantes, pois se é para partilhar que se partilhe coisas boas, porque coisas tristes não valem pena! Momentos felizes e importantes que partilhei foram: a entrada na faculdade e o namoro com o meu M.
Quando entrei na faculdade e partilhei esse momento, comentários simpáticos e cheios de carinho encheram-me a página, e se isto soube bem? Sim sabe sempre bem ler coisas agradáveis principalmente quando a nós nos são dirigidas, por isso soube. Mas recebi-os também pessoalmente ou por telefone quando dei a novidade, e não há melhor sensação quando nos são ditas!
Quando eu e a cara-metade assumimos o namoro no facebook, os amigos e familiares já o sabiam muito antes e quem soube no momento juntou-se a eles numa onda feliz e carinhosa de comentários e votos de felicidade que surgiram logo instantaneamente. É bom saber que toda a gente ficou muito feliz por nós mas também o soubemos sem ser pelo facebook e soube bem melhor pessoalmente! Por isso o facebook não acrescentou nada nestes que foram os momentos mais importantes que aconteceram na minha vida, simplesmente os acompanhou, porque mega feliz já eu estava e estou!
Agora um lado menos bom que pudesse ter tido... Hum bem pensando melhor as redes sociais quer nós queiramos quer não, acabam por nos influenciar sempre um bocadinho e mesmo eu, que não sendo uma pessoa que viva exclusivamente preocupada em partilhar tudo na sua página e constantemente ligada ao facebook, já me senti influenciada por ele.
Por exemplo, já dei por mim a pensar nos comentários que iria receber numa determinada publicação ou a pedir ao meu namorado para ir pôr um like numa fotografia... A sério ? Marina Sequeira quê isto? Tu és lá rapariga que se deixe levar por estas superficialidades, que importância é que isto tem?
Quando comecei a deparar-me com este tipo de pensamentos, percebi que algo de errado se estava a passar e o errado é a importância que nós damos às coisas. Felizmente abandonei este pico superficial que me atingiu se bem que em pequena escala (não quero imaginar em grande escala que é a maioria que anda por aí a navegar pelo facebook) e conclui que a importância que o facebook tem na nossa vida e na nossa felicidade é deixa cá ver....nula, não é importante.
Já soube de casos de casais que se chatearam por causa do facebook, de amizades que acabaram e de discussões que começam tudo pela mesma causa- o facebook. Para quê? Porque é que as pessoas hão- de dar importância a algo que não é importante nem se quer faz de nós melhores ou piores pessoas ou mais felizes e menos felizes? Porquê?
Os meus pais fazem parte daquele grupo de pessoas que não têm facebook e do qual já estive mais longe de fazer parte. Há uns tempos num almoço de família juntamente com o meu namorado, conversávamos sobre este tema. O meu pai perguntou ao M. se tinha facebook, ao qual ele respondeu que sim mas que não liga nenhuma e devolveu-lhe a pergunta. O meu pai disse uma coisa curiosa e que sem dúvida se pode aplicar a esta rede e qualquer rede social, passo a citar: "No facebook toda a gente se conhece, na realidade não é assim. Por exemplo eu nunca abriria a porta a qualquer pessoa, já no facebook aceita-se toda a gente"
Podemos encarar o facebook como sendo a porta da nossa casa, nunca iríamos deixar nem 1/3 das pessoas que temos adicionadas na nossa página entrar pela nossa casa adentro, então porque havemos de lhe expor a nossa privacidade, mesmo que o que esteja exposto seja o mínimo possível?
Quero com isto dizer que se tiverem facebook, tentem resguardar ao máximo tudo o que partilham, não sejam amigos de qualquer pessoa que vos peça amizade e se gostam de o ter, gostem de uma forma saudável sem que ele vos roube demasiado tempo. Lembrem-se que em vez de estarem no facebook podem estar a passear com os amigos e a matar saudades a cores. Assim se matam saudades, ouvindo, abraçando e estando com as pessoas, nunca por pixeis.
Acho que o ser humano tem que começar a delinear o que realmente é importante daquilo que é superficial. Para mim o que é importante é ser feliz e fazer feliz quem mais gosto, não é o que partilho no facebook , enquanto o tiver.
O hi5 surgiu quando tinha uns 13/14 anos, na altura aderi. Primeiro entrei naquele mundo desconhecido muito calmamente, depois aos poucos e poucos fui partilhando algumas fotos, algumas brincadeiras com as amigas e passado algum tempo, completamente familiarizada já achava piada ao "hi5" .
Lembro-me que podíamos escolher fundos de perfil e colocar músicas, e até houve uma altura que podíamos ter uma mascote. Enfim, era uma diversão personalizar a nossa imagem numa mera página da Internet.
Foi sol de pouca dura e de seguida, cansei-me e apaguei o hi5 em conjunto com uma amiga minha, que partilhava o mesmo pensamento que eu: "Mas isto serve para quê? Só nos faz é mal! Parecendo que não ficamos a pensar nas novidades que temos na nossa página, e nos comentários que já temos na nova foto. Ah sou muito mais que toda esta superficialidade do hi5! Vou apagá-lo" e foi com mais palavras ou menos palavras que estas, que chegamos a esta conclusão e eliminá-mos a nossa conta.
Depois disso tive anos sem ter qualquer conta numa rede social, minto. Aderi também ao twitter, não percebia muito bem o que era o twitter e para o que que é que realmente servia, mas pronto experimentei. Durou pouco, utilizava-o para partilhar "posts" do blogue (ah entretanto tinha iniciado a escrita do "Conversas entre Almofadas", isto algures em 2009) e dessa forma publicitar o meu little baby da escrita. Passado pouco tempo abandonei o twitter e nunca mais lá fui,até que no outro dia vi que ainda tinha a conta activa porque recebi um pedido de "seguidor" e fui recuperar a password para acabar de vez com a conta. Pronto nem twitter, nem hi5, nem nada.
Por esta altura, já tinha começado o grande master das redes o - FACEBOOK. Andava toda a gente a aderir ao facebook e a abandonar o hi5 em prol da nova novidade. Eu deixei-me estar imune, completamente à margem dessa euforia cibernética.
Já quando o facebook era um grande fenómeno, resolvi experimentar. Primeiro criei a conta simplesmente por causa de um jogo, que os meus amigos do secundário jogavam que era o "Guitar-Hero" mas na versão computador dado pelo facebook, joguei duas ou três vezes e nunca mais lá fui.
Passado alguns meses e tendo cada vez mais gente conhecida no facebook e a falar dele, lá resolvi ir à minha conta espreitar. Tal como no hi5 comecei calmamente a ver como é que aquilo funcionava, e só aos poucos e poucos fui partilhando alguma da minha informação: uma foto, alguns dados como a data de nascimento ou os gostos musicais e lá fui adicionando amigos e familiares.
O tempo foi passando e sem dar muita confiança a este expositor, fui percebendo o conceito do facebook (bem mais privado e seguro que o hi5, na minha opinião, mas também nada de louvar) e comecei a partilhar mais coisas, nada que expusesse em demasia a minha privacidade, mas apenas algumas coisas que gostava ou não, como vídeos engraçados ou algumas fotos com amigas e amigos. O facebook foi sofrendo algumas modificações no seu aspecto e/ou politicas e à medida que o tempo foi passando, fui utilizando com mais regularidade esta rede.
Não sou pessoa de partilhar tudo o que faço, penso ou sinto na minha vida, sou demasiado tímida e salvaguardo bastante aquilo que é só meu para isso! E faz-me confusão quem não dá um passo, sem primeiro ir partilhar no facebook, já para não falar de quem partilha as fotos dos filhos, ainda menores. A sério que confusão que isto me faz!
Mas não minto, que principalmente quando conheci o meu homem que também tem facebook, senti a vontade de partilhar todas as fotos lindas que tirávamos aqui e ali. Não o fiz, claro.
Primeiro porque não me achei bonita em todas (hihihi brincadeirinha), segundo e única razão porque é bom termos fotos exclusivamente nossas, que possamos deliciar-nos a ver no álbum e mostrar aos nossos amigos e familiares em casa tornando isso num momento único e não já conhecido de todo o público. Mas sim partilhei bastantes fotos, sempre com a consciência daquilo que poderia estar a expor e do queria e não queria que assim o estivesse, nunca interferindo na privacidade do nosso namoro.
Hoje olho para algumas, e penso que na altura soube-me bem partilhar aquele momento feliz, hoje simplesmente não via necessidade de o fazer. Continua a ser uma recordação de um dia muito feliz ao lado de quem me faz muito feliz e de quem amo, e que gosto de mostrar aos nossos amigos, familiares e às pessoas que estão felizes connosco e por nós, mas não às restantes "entas" amizades "facebokianas" que estão ali porque são da mesma faculdade, ou andaram na mesma escola, ou porque conhecem algum amigo nosso, ou algum dia por acaso falamos por isto e por aquilo, e que na realidade não conheço de lado nenhum.
Tenho por isso, vindo a reduzir as nossas fotos, pondo uma de vez a vez quando me apetece mudar a fotografia de perfil. Tenho o meu perfil privado, apenas quem é meu amigo no facebook tem acesso às minhas fotografias, sabe qual a faculdade onde estudo e quando faço anos, de resto não divulgo o sítio onde nasci e onde moro. E mesmo assim já é muito!
Quanto às amizades, tenho tido cada vez mais atenção a quem aceito ter acesso a isto e a quem quero adicionar ou não. Faço com regularidade "limpeza" à minha página, eliminando amizades de pessoas com quem não tenho qualquer tipo de confiança e só conheço de vista. Só aceito quem conheço, mas conheço mesmo.
É óbvio que tenho algum pessoal da faculdade adicionado com quem nem falo muito ou que se quer nunca falei, mas por pertencemos ao mesmo grupo que se criou no facebook para o nosso curso, onde partilhamos duvidas, apontamentos e informações úteis da faculdade, lá nos vamos adicionando uns aos outros.
Na verdade é por isto que mantenho a minha conta nesta rede é porque o facebook torna-se um meio fácil e rápido de se trocar informação com os colegas da faculdade e onde se consegue esclarecer dúvidas com os alunos mais velhos.
De resto a única coisa positiva que vejo é mantermos o contacto com primos e amigos cujos rumos são diferentes e por isso passa-se tempos e tempos sem nos vermos, e a facilidade de irmos partilhando fotografias e conversando uns com os outros, permite-nos manter sempre ligados.
Mas pensando bem, antigamente também não havia facebook e as amizades eram tão ou mais verdadeiras que agora; os namoros mantinham-se e até pareciam mais duradouros e as pessoas necessitavam de estar mais tempo com as outras e arranjavam outras maneiras de estarem juntas, sem ser por uma ligação à Internet. Por isso, isto não é motivo que me prenda ao facebook, a única coisa que de facto me tem mantido e faz com que eu ainda não tenha apagado a minha conta, são estas questões académicas... acreditem ou não os grupos dão mesmo muito jeito!
As idas ao facebook tem sido cada vez mais diminutas e já conversei sobre isto várias vezes com o Miguel: O que é que o facebook acrescenta de bom à nossa vida?
A mim não me aquece, nem arrefece, de bom não me trouxe nada e de mau não sei.
Já me arrependi de ter partilhado algumas coisas, poucas, nada que me tenha prejudicado mas que se as pessoas não tivessem sabido, melhor! De resto, aquilo que tenho vindo a partilhar no facebook têm sido momentos felizes e importantes, pois se é para partilhar que se partilhe coisas boas, porque coisas tristes não valem pena! Momentos felizes e importantes que partilhei foram: a entrada na faculdade e o namoro com o meu M.
Quando entrei na faculdade e partilhei esse momento, comentários simpáticos e cheios de carinho encheram-me a página, e se isto soube bem? Sim sabe sempre bem ler coisas agradáveis principalmente quando a nós nos são dirigidas, por isso soube. Mas recebi-os também pessoalmente ou por telefone quando dei a novidade, e não há melhor sensação quando nos são ditas!
Quando eu e a cara-metade assumimos o namoro no facebook, os amigos e familiares já o sabiam muito antes e quem soube no momento juntou-se a eles numa onda feliz e carinhosa de comentários e votos de felicidade que surgiram logo instantaneamente. É bom saber que toda a gente ficou muito feliz por nós mas também o soubemos sem ser pelo facebook e soube bem melhor pessoalmente! Por isso o facebook não acrescentou nada nestes que foram os momentos mais importantes que aconteceram na minha vida, simplesmente os acompanhou, porque mega feliz já eu estava e estou!
Agora um lado menos bom que pudesse ter tido... Hum bem pensando melhor as redes sociais quer nós queiramos quer não, acabam por nos influenciar sempre um bocadinho e mesmo eu, que não sendo uma pessoa que viva exclusivamente preocupada em partilhar tudo na sua página e constantemente ligada ao facebook, já me senti influenciada por ele.
Por exemplo, já dei por mim a pensar nos comentários que iria receber numa determinada publicação ou a pedir ao meu namorado para ir pôr um like numa fotografia... A sério ? Marina Sequeira quê isto? Tu és lá rapariga que se deixe levar por estas superficialidades, que importância é que isto tem?
Quando comecei a deparar-me com este tipo de pensamentos, percebi que algo de errado se estava a passar e o errado é a importância que nós damos às coisas. Felizmente abandonei este pico superficial que me atingiu se bem que em pequena escala (não quero imaginar em grande escala que é a maioria que anda por aí a navegar pelo facebook) e conclui que a importância que o facebook tem na nossa vida e na nossa felicidade é deixa cá ver....nula, não é importante.
Já soube de casos de casais que se chatearam por causa do facebook, de amizades que acabaram e de discussões que começam tudo pela mesma causa- o facebook. Para quê? Porque é que as pessoas hão- de dar importância a algo que não é importante nem se quer faz de nós melhores ou piores pessoas ou mais felizes e menos felizes? Porquê?
Os meus pais fazem parte daquele grupo de pessoas que não têm facebook e do qual já estive mais longe de fazer parte. Há uns tempos num almoço de família juntamente com o meu namorado, conversávamos sobre este tema. O meu pai perguntou ao M. se tinha facebook, ao qual ele respondeu que sim mas que não liga nenhuma e devolveu-lhe a pergunta. O meu pai disse uma coisa curiosa e que sem dúvida se pode aplicar a esta rede e qualquer rede social, passo a citar: "No facebook toda a gente se conhece, na realidade não é assim. Por exemplo eu nunca abriria a porta a qualquer pessoa, já no facebook aceita-se toda a gente"
Podemos encarar o facebook como sendo a porta da nossa casa, nunca iríamos deixar nem 1/3 das pessoas que temos adicionadas na nossa página entrar pela nossa casa adentro, então porque havemos de lhe expor a nossa privacidade, mesmo que o que esteja exposto seja o mínimo possível?
Quero com isto dizer que se tiverem facebook, tentem resguardar ao máximo tudo o que partilham, não sejam amigos de qualquer pessoa que vos peça amizade e se gostam de o ter, gostem de uma forma saudável sem que ele vos roube demasiado tempo. Lembrem-se que em vez de estarem no facebook podem estar a passear com os amigos e a matar saudades a cores. Assim se matam saudades, ouvindo, abraçando e estando com as pessoas, nunca por pixeis.
Acho que o ser humano tem que começar a delinear o que realmente é importante daquilo que é superficial. Para mim o que é importante é ser feliz e fazer feliz quem mais gosto, não é o que partilho no facebook , enquanto o tiver.
Temos que viver mais a vida com as cores, sensações, sons, texturas que ela tem e não apenas ao som do teclado.
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2013 FELIZ!
A todos os meus queridos leitores um FELIZ e EXCELENTE 2013.
Ainda não tinha tido oportunidade de vir aqui desejar um 2013 assim muito docinho e recheado de momentos com muito amor e alegria, mas sei que a minha companheira de conversas o fez em nome das duas e muito bem.
A verdade é que me encontro em época de exames, e já faltou mais para entrar oficialmente de férias! Faltam precisamente dois exames e depois posso descansar a minha rica cabecinha, corpo e alma, mas até lá o tempo tem sido dedicado ao estudo e de vez a vez umas pausazinhas para ir passear com o namorado ou para uma conversa com as amigas.
O ano começou muito bem ao lado de quem mais me é importante com a família e o meu amor... Infelizmente nem para toda a gente o ano começou de uma maneira tão sorridente, já soube de noticias menos boas neste principio de ano... pessoas que partiram assim, sem terem tempo para dizerem um adeus e que deixaram cá muitas saudades, com certeza! Isto assusta-me, toda esta incerteza de que não se tem nada certo na vida... Assusta-me o facto de num dia nos sentirmos os seres mais felizes ao cimo da Terra e noutro os seres mais insignificantes e impotentes que possam existir; assusta-me perder quem mais me faz feliz assim num sopro... num sopro gelado que mude para sempre a minha vida.
Mas medos e receios para trás das costas e concentremos nos naquilo que é mais importante: viver ao máximo cada dia valorizando sempre quem temos ao lado.
E é assim que torço para que 2013 seja mais um ano feliz e apaixonado, com todas as coisas boas que 2012 nos trouxe mas duplicadas, um ano de mudança mas uma mudança melhor que nos torne, a nós, melhores pessoas e que transforme este mundo, num mundo bem mais colorido.
Um feliz e docinho e apaixonante 2013 a todos!
Ainda não tinha tido oportunidade de vir aqui desejar um 2013 assim muito docinho e recheado de momentos com muito amor e alegria, mas sei que a minha companheira de conversas o fez em nome das duas e muito bem.
A verdade é que me encontro em época de exames, e já faltou mais para entrar oficialmente de férias! Faltam precisamente dois exames e depois posso descansar a minha rica cabecinha, corpo e alma, mas até lá o tempo tem sido dedicado ao estudo e de vez a vez umas pausazinhas para ir passear com o namorado ou para uma conversa com as amigas.
O ano começou muito bem ao lado de quem mais me é importante com a família e o meu amor... Infelizmente nem para toda a gente o ano começou de uma maneira tão sorridente, já soube de noticias menos boas neste principio de ano... pessoas que partiram assim, sem terem tempo para dizerem um adeus e que deixaram cá muitas saudades, com certeza! Isto assusta-me, toda esta incerteza de que não se tem nada certo na vida... Assusta-me o facto de num dia nos sentirmos os seres mais felizes ao cimo da Terra e noutro os seres mais insignificantes e impotentes que possam existir; assusta-me perder quem mais me faz feliz assim num sopro... num sopro gelado que mude para sempre a minha vida.
Mas medos e receios para trás das costas e concentremos nos naquilo que é mais importante: viver ao máximo cada dia valorizando sempre quem temos ao lado.
E é assim que torço para que 2013 seja mais um ano feliz e apaixonado, com todas as coisas boas que 2012 nos trouxe mas duplicadas, um ano de mudança mas uma mudança melhor que nos torne, a nós, melhores pessoas e que transforme este mundo, num mundo bem mais colorido.
Um feliz e docinho e apaixonante 2013 a todos!
domingo, 6 de janeiro de 2013
Iogurtes hand made!
Ontem fui à BP buscar, com os (ainda bastantes) pontitos, uma iogurteira.
Já há muitos meses que andava com a ideia na cabeça. A minha irmã falava muito bem dos seus iogurtes (e eu gostava deles também ehehe), lia em muitos blogues sobre as maravilhas de se fazer os iogurtes em casa e, então, lá convenci o meu pai a irmos buscar a maquineta.
Ainda não a experimentei, estou à espera que os iogurtes comprados lá de casa "acabem", não quero que se desperdice comida!
A maquina é esta:
![]() |
Iogurteira MOULINEX |
Este tipo de máquinas já existe à muitos anos, tendo tornado-se menos popular com a facilidade de se adquirir iogurtes nos hiper/super mercados.
Eu, fiquei interessada em começar a fazer os meus próprios iogurtes. Além de fazer os sabores que quero, são muito mais saudáveis e sei precisamente o que contêm!
Já conheciam a Iogurteira?
Já comeram iogurtes feitos em casa?
Queremos saber a vossa experiência :)
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Um até já... com Saudade!
Fez ontem 2 anos que vi o meu avô partir!
Mesmo à minha frente vi o seu último suspiro... último pestanejar.
Recordo aqueles 2 dias como se tivessem sido passados esta semana... cada momento, cada conversa.
Lembro-me de pormenores que preferia esquecer, mas na memória ninguém manda...apenas podemos tentar não pensar neles.
Mas a vida continua, temos que seguir em frente. Aprendi que devemos dar mais valor às pessoas enquanto cá andamos, que o tempo passa a correr e quando damos conta tudo o que temos à nossa volta está a desaparecer!
Venho aqui deixar a eterna saudade que tenho de Ti Avô, que olhas por nós - aí no céu.
Não digo Adeus, mas sim um Até Já com enormes Saudades.
Da tua neta - Daniela
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Renovação da Carta de Condução
Li - aqui - que a carta de condução terá que ser renovada a partir dos 30 anos de idade, e não dos 50 anos (como foi até ao momento). Isto para as cartas emitidas a partir de 2013.
Não sei se é ou não verdade esta notícia, mas deixa-me indignada!
Penso que, até aos 50 anos, qualquer cidadão estará apto a conduzir. Se a pessoa em questão não tem capacidades para conduzir, porque que lhe foi dada a carta? Vejo tanta gente na rua a conduzir como se nunca tivesse tido umas aulinhas... A designada "tirou a carta na Farinha Amparo"!
Deixam-me revoltada estas situações! Nota-se perfeitamente que é uma forma de pôr os condutores a gastar mais uns trocos...
Se devia ser renovada a partir dos 30 anos, devia ser para todos! Acho que ser só a partir de 2013 mostra bem a posição de quem anda a legislar o nosso país. Será um cidadão condutor menos capaz de conduzir por tirar a carta a partir deste ano? Eu tirei a minha carta de condução em 2010, e não me acho mais ou menos capaz de conduzir do que uma pessoa que tire a carta este ano.
Acho sim, uma vergonha que algumas pessoas de idade tenham ainda a carta de condução. Vi isto acontecer na minha família, porque o Sr. Doctor que quer despachar os pacientes, nem examina a pessoa e lhe renova a carta num abrir e fechar de olhos. Sim, infelizmente, até na minha família vi isso.
O que acham deste novo regulamento?
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
O 1º dia dos 365 de 2013
Boa tarde a todos e um Bom Ano =D
Como correram os vossos festejos? Espero que tenham tido contenção, em especial com o álcool...
Eu fui com o meu A' passar a noite a casa de um amigo nosso, com o restante grupo de amigos (da parte do meu amor).
Combinámos cada um levar uma comidinha (prato/entradas ou doces). Nós levamos ovo mexido com farinheira vegie, lasanha de soja e cenoura, e um bolinho que fiz para um passatempo da royal :).
O jantar foi um género de buffet, em que todos petiscava-mos um pouco de tudo, sentados pela casa, pois ainda fomos umas 14 pessoas e jantar à mesa tornava-se impossível. Jogámos uns jogos, rimos, cantarolamos, vimos televisão, brindámos, tirámos muitas fotografias...
Assim ficou comemorado o nosso final de ano! =)
![]() |
| A nossa 1ª Passagem de Ano juntos S2 - 2010/2011 |
Eu e o meu amor viemos para casa eram umas 2h, pois os exames estão já à porta e não podemos descontrolar os horários. Hoje, acordámos perto das 11h, levantar, comer algo leve, vestir-nos e cada um foi almoçar com a respectiva família.
Esta é a tradição que mantemos, o dia 31 com amigos e o dia 1 com família! Para nem a família M. ou a C. ficar chateada, cada um de nós almoça com os respectivos, dedicando tempo e carinho aos nossos queridos familiares.
Almocei com os meus pais e vózinha, tive direito a champanhe ehehe, o meu pai quis brindar ao novo ano comigo ao lado ='). Conversar e mais conversar, abraços, carinhos e assim dediquei umas horas aos meus queridos pais e avó :).
Entretanto, o meu A' veio buscar-me... Agora estamos num café, em que ele está a estudar estatística III e eu a preparar-me para reler um trabalho.
Ok, não imagino mais ninguém a dedicar-se à faculdade neste dia, mas nós somos diferentes, pensámos que teria que começar já hoje a tortura... Assim, a preocupação torna-se menor, pois repartimos o estudo pelos próximos dias, deixando um tempinho para namorar :).
Para todos os que vão a exames - MUITO BOA SORTE! ^^
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